Engenharia do funcionamento relacional
Como relações se organizam, entram em sobrecarga, perdem habitabilidade e recuperam capacidade de funcionamento.
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento
Uma agenda interdisciplinar voltada ao funcionamento relacional, à conjugalidade típica e neurodivergente e à transformação de problemas complexos em objetos observáveis, investigáveis e ensináveis.
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A ciência é um processo humano, histórico e revisável. Rigor significa formular boas perguntas, explicitar limites, confrontar hipóteses com dados, diferenciar evidência de opinião e corrigir rotas.
A experiência clínica e vivida pode revelar fenômenos ainda pouco estudados. Ela inicia perguntas; não deve ser apresentada como prova.
Agenda inicial
Projetos, protocolos e parcerias serão publicados com estágio claramente identificado.
Como relações se organizam, entram em sobrecarga, perdem habitabilidade e recuperam capacidade de funcionamento.
Atenção, sensorialidade, comunicação, função executiva, regulação, alexitimia e dupla empatia na vida compartilhada.
Condições para proximidade, previsibilidade, recuperação, autenticidade e permanência sem autoabandono.
Como experiências diferentes ganham significado, são transmitidas e viram coordenação ou ameaça.
Poder, iniciativa, planejamento, responsabilidades, custo de coordenação e participação na vida comum.
Domínios, indicadores e instrumentos para formulação, decisão, monitoramento e prevenção de recaída.
Aqui você acompanha uma agenda de pesquisa em construção. Cada projeto será apresentado com seu estágio real — proposta, estudo em andamento, resultado ou instrumento validado — e com seus limites explicitados.
Ciclo de conhecimento
Um percurso rastreável entre problema, método, dados, interpretação, limite e aplicação.
Fenômenos clínicos e sociais geram perguntas.
Conceitos, população, contexto e hipótese.
Métodos adequados coletam e analisam dados.
Resultados são confrontados com limites.
Conhecimento retorna à clínica e à sociedade.
Compromissos
Aplicação clínica proporcional à força e ao estágio da evidência.
Diferenciar proposta, hipótese, estudo, resultado e material validado.
Referências verificáveis, método descrito e limites explícitos.
Pessoas e fenômenos não reduzidos a um único padrão.
Sem alegações maiores do que os dados permitem.
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